ACEBRA REALIZA WEBINÁRIO SOBRE CRÉDITO AGRÍCOLA E CPR

Em uma tarde produtiva e de muita informação, a ACEBRA, com o apoio irrestrito das associadas estaduais (ACEMAT, ACEPAR, ACERGS e ACESC), reuniu uma considerável audiência no webinário Crédito Agrícola e a Cédula  de Produto Rural (CPR), que discutiu o registro eletrônico da CPR e as novas oportunidades digitais para gestão de risco pelas empresas cerealistas, realizado nesta quinta-feira, 29. O evento, pensado para atualizar e debater os referidos temas junto aos associados, foi aberto pelo presidente da Associação, Flávio Andreo, e contou com a participação do deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), e também dos representantes da BWZ Assessoria, Antônio Zanette e Bernardo Vianna. 

Na ocasião, Carlos Parreira, da Belagrícola, fez um retrospecto de como era a CPR antes da Lei 13.986/20, a Lei do Agro, e como ficou após as mudanças advindas com a Lei. O principal objetivo da CPR é fornecer recursos aos agricultores para viabilizar sua produção. Cada vez mais, é previsto que o crédito subsidiado pelo governo federal para o agronegócio tende a diminuir, e as instituições privadas é quem devem se tornar protagonistas no fornecimento de meios financeiros para que os produtores rurais continuem a movimentar esse setor tão importante da economia nacional. Neste cenário, a CPR, por sua segurança jurídica, é um dos mecanismos mais aceitos pelo mercado. O registro do documento se tornou obrigatório no início de 2021.

Em seguida, Antônio Zanette e Bernardo Vianna, da BWZ Assessoria, apresentaram uma plataforma para gestão de CPR, ferramenta cujo objetivo é corrigir e padronizar processos e otimizar recursos humanos e tempo. Para as cerealistas, as principais vantagens são a redução da inadimplência e, consequentemente, de perdas;  a qualificação dos recebíveis, aumentando o acesso ao mercado de capitais; a otimização de processos e racionalização de recursos. A ACEBRA tem estudado a possibilidade de uma parceria com a referida empresa para reduzir custos e viabilizar contratos com as cerealistas associadas.

Ao final da reunião, os presentes tiraram dúvidas acerca da CPR.

Texto e foto: Marília Souza/ACEBRA

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